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Brincando com fogo
09/07 | 16:44 GMT

©AFP / Paul Ellis
Bombeiros lutam para extinguir incêndio causado por um suposto vazamento de gás durante um dos maiores treinamentos organizados pelo Serviço de Bombeiros do Reino Unido, em Liverpool.
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Uma grande variedade de temas
Soldados americanos são mortos por iraquiano após discussão esportiva
09/07 | 20:01 GMT

©afp.com
Dois soldados americanos foram mortos nesta terça-feira por um militar iraquiano, que abriu fogo depois de uma discussão a respeito de uma partida esportiva, nas primeiras baixas fatais desde que Washington declarou o fim das operações de combate no país.

©afp.com
Soldados americanos são mortos por iraquiano após discussão esportiva
BAGDÁ (AFP) - Dois soldados americanos foram mortos nesta terça-feira por um militar iraquiano, que abriu fogo depois de uma discussão a respeito de uma partida esportiva, nas primeiras baixas fatais desde que Washington declarou o fim das operações de combate no país.
O tiroteio, que deixou ainda nove soldados americanos feridos, aconteceu na base aérea de Al-Saadiq, perto da cidade de Tuz Khurmatu, na província de Salaheddin, onde uma companhia militar americana visitava forças de segurança locais.
"Soldados iraquianos e conselheiros militares americanos estavam jogando quando uma disputa começou entre um soldado iraquiano e um americano", relatou à AFP o general Mohammed al-Askari, porta-voz do ministério da Defesa.
"O soldado iraquiano abriu fogo contra eles", disse Askari, identificando o atirador como Soran Rahman Saleh Wali.
"Os soldados americanos mataram o iraquiano. Nós já abrimos uma investigação de alto nível para apurar o que aconteceu", declarou.

Mundo
Soldados americanos são mortos por iraquiano após discussão ...EUA perdem espaço e Brasil ganha peso na América Latina, diz IISS
09/07 | 19:19 GMT

©AFP / Evaristo Sa
EUA perdem espaço e Brasil ganha peso na América Latina. O Brasil presidido por Luiz Inácio Lula da Silva - que recebeu vários reconhecimentos internacionais em seu último ano no poder - o que melhor ilustra a "enérgica agenda política com interesses e aspirações mundiais" que defendem os países latino-americanos, informa o IISS.

©AFP / Evaristo Sa
EUA perdem espaço e Brasil ganha peso na América Latina, diz IISS
LONDRES (AFP) - A América Latina, liderada pelo Brasil, está tendo um peso maior internacionalmente e redefinindo suas alianças, em alguns casos causando a inquietação dos Estados Unidos, potência hegemônica que perdeu influência na região, afirmou nesta terça-feira o IISS.
"Em 2010, vários países latino-americanos se viam como potências crescentes no cenário mundial e esperavam ser tratadas como tais", afirmou o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, da sigla em inglês) em seu balanço estratégico anual.
O centro de estudos londrino destaca a influência crescente de Brasil, México e inclusive da Bolívia em um âmbito crucial como a luta contra as mudanças climáticas, assim como dos blocos de poder que proliferam na região, como a União das Nações Sul-americanas (Unasul) ou a Aliança Bolivariana para as Américas (Alba).
Mas é o país presidido por Luiz Inácio Lula da Silva - que recebeu vários reconhecimentos internacionais em seu último ano no poder - o que melhor ilustra a "enérgica agenda política com interesses e aspirações mundiais" que defendem os países latino-americanos, informa o IISS.
Apesar de no momento não ter conseguido grandes avanços, ninguém poderia imaginar há apenas alguns anos que um presidente brasileiro pudesse desempenhar um papel nas tentativas de resolver o conflito no Oriente Médio ou a disputa mantida pelo Irã com os países ocidentais em relação a seu programa nuclear.
As novas ambições da região, que ocorreram ao mesmo tempo que a "perda de influência" dos Estados Unidos, permitiram aos diferentes países buscar novas alianças com potências fora da região com interesses tão diversos como China, Rússia e inclusive Irã.
No caso particular do Irã, o fortalecimento das relações com a Venezuela, mas especialmente com o Brasil, "causaram novas tensões nas relações" com os Estados Unidos, estimou o IISS.
A crise de Honduras e o acordo que permitia aos Estados Unidos operar sete bases militares na Colômbia terminaram por complicar a relação com a administração do presidente Barack Obama, na qual a região tinha depositado inicialmente grandes expectativas.
A vontade de se distanciar do que fora durante muito tempo a potência hegemônica da região ficou latente também com a exclusão dos Estados Unidos de uma nova organização regional que os países latino-americanos e do Caribe concordaram em criar no início deste ano.
No contexto atual, a IISS considera que "a meta" para Washington será "fazer esforços diplomáticos intensivos com os governos mais amigos e os parceiros dispostos na região a progredir em uma agenda comum", que inclui, dependendo dos países, temas como comércio, energia, evitando outros temas mais problemáticos como Cuba ou a luta contra o narcotráfico.
O Brasil, que em outubro realiza eleições para escolher o sucessor de Lula e que continuará sob os holofotes nos próximos anos com a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, deverá evitar repetir os erros dos Estados Unidos no passado, se quiser manter seu atual papel, afirma o IISS.
"Em um mundo complicado e multipolar, o Brasil ascendente deverá ter cuidado para evitar os impulsos imperialistas que, como ocorreu com os Estados Unidos, criaram problemas para um poder hemisférico".

América Latina
EUA perdem espaço e Brasil ganha peso na América Latina, diz ...Brasil perde para a Argentina e é eliminado do Mundial de Basquete
09/07 | 21:18 GMT

©AFP / Franck Fife
O Brasil perdeu para a Argentina nas oitavas de final do Mundial de Basquete da Turquia, por um apertado placar de 93-89, em uma partida eletrizante em que as duas equipes jogaram de forma memorável.

©AFP / Franck Fife
Brasil perde para a Argentina e é eliminado do Mundial de Basquete
ISTAMBUL (AFP) - O Brasil perdeu para a Argentina nas oitavas de final do Mundial de Basquete da Turquia, por um apertado placar de 93-89, em uma partida eletrizante em que as duas equipes jogaram de forma memorável.
O clássico sul-americano cumpriu a promessa de apresentar ao público um belo espetáculo, um duelo cheio de reviravoltas e com seus principais jogadores em noite inspirada, embora os argentinos tenham sabido dominar a tática nos últimos segundos, garantindo a vaga nas quartas de final, quando enfrentarão a Lituânia.
Luis Scola, o homem com o melhor retrospecto até agora no torneio, não decepcionou e liderou sua equipe em quadra para conquistar a vitória, marcando 37 pontos e desempenhando um papel-chave no último minuto, quando dois arremessos seus permitiram aos argentinos passar de um apertadíssimo 85-84 para cinco pontos de vantagem.
As duas cestas e dois tiros livres, no final da partida, permitiram à Argentina administrar sua vantagem e ganhar a queda-de-braço tática no último minuto, deixando de fora um Brasil que impressionou pelas atuações de Marcelinho Huertas e Leandrinho, respectivamente com 32 e 20 pontos, e que chegou a abrir sete pontos à frente do marcador no começo do terceiro quarto, antes de sucumbir à reação dos 'hermanos'.
Assim, a Argentina jogou água na planejada festa brasileira no Dia da Independência, vingando-se, ainda, das duas últimas derrotas para os brasileiros em torneios importantes, na semifinal do FIBA Américas de Porto Rico-2009 (76-67) e no Sul-americano-2010 de Neiva (87-77), em que jogaram com 'equipes B'.

©AFP / Aris Messinis
Carlos Delfino salta para fazer cesta sobre Brasil
Desde o primeiro minuto de jogo, ficou claro que as duas equipes queriam conquistar a vitória sem especular e, guiados por Huertas e Scola, terminaram o primeiro quarto empatadas em 25 a 25.
O armador brasileiro Marcelinho Huertas abriu o placar com três pontos da linha de 6,25 m, dando início a uma disputa com muitas idas de vindas, de ritmo vertiginoso e com posses de bola curtíssimas, e rápida circulação da bola, o que manteve as duas equipes equilibradas no marcador.
Scola voltou a mostrar sua letalidade e Delfino chegou a fazer três cestas de três pontos no primeiro quarto, deixando a Argentina em vantagem no começo do segundo.
Faltando pouco mais de um minuto para o intervalo, os argentinos conseguiram abrir a maior vantagem do jogo, com +6 (46-40). Marcelo Machado reduziu a margem, e ali teve início o minuto mágico de Huertas, primeiro com uma cesta de três pontos a um segundo do fim da posse de bola, na qual conseguiu, ainda, um tiro adicional, que converteu, e forçou uma falta que resultou em outros dois arremessos.
O Brasil estava fora de perigo no começo do segundo tempo apesar da apertada vantagem de 48-46, e chegou a abrir sete pontos (55-48), mas Scola não estava disposto a deixar o torneio tão cedo e, com um tiro livre convertido, abriu o caminho para a reação dos 'chicos' de 'Oveja' Hernández.
O último quarto começou igualado (66-66) e as duas equipes fazendo cada qual seu trabalho. Duas cestas de três pontos de Barbosa deixaram o placar em 72-66 para o Brasil, mas outras duas consecutivas de Hernán Jasen reequilibraram o marcador (72-72).
Em um final emocionante, Hernández venceu a queda-de-braço estratégica com Magnano e sua equipe, e com um Scola magistral em quadra, soube manter a exígua vantagem, apesar da pressão total do Brasil, que caiu de cabeça erguida, após um desempenho magnífico.
-FICHA TÉCNICA DE BRASIL-ARGENTINA - OITAVAS DE FINAL DO MUNDIAL DE BASQUETE-
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Brasil perde para Argentina por 93-89 (25-25, 21-23, 20-18, 27-23)
Estádio: Sinan Edem Dome (Istambul)
Público: 8.000
Árbitros: Jungebrand (FIN), Arteaga (ESP) e Belosevic (SRV)
Argentina:
Scola (37), Prigioni (6), González (0), Oberto (7), Cequeira (2), Delfino (20), Quinteros (0), L. Gutiérrez (6), Jasen (15)
Brasil:
Machado (10), Dos Santos (0), Becker (0), Garcia (7), Huertas (32), Barbosa (20), Varejao (7), Giavannoni (3), Vieira (0), Splitter (10)



